sábado, 16 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
O ANEL
Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa e não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou um “nerd” e muito idiota. - Como posso melhorar?
-O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor sem olhá-lo disse:
- Sinto muito meu jovem, mas agora não posso ajudá-lo. Devo primeiro resolver o meu próprio problema . Talvez depois...
E fazendo uma pausa completou:
- Se você me ajudar, eu posso resolver o meu problema com maior rapidez e depois, talvez, posso ajudar a resolver o seu.
- Claro professor! Gaguejou o jovem, ms se sentiu outra vez desvalorizado.
O professor tirou um anel do dedo pequeno, deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até ao mercado, deve vender o anel , porque tenho que pagar uma dívida. E preciso que obtenha pelo anel , o máximo possível. Mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido que puder.
O jovem pegou o anel e partiu.
Mal chegou ao mercado , começou oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel.
Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele. Mas só um velhinho foi amável., a ponto de explicar que uma moeda de ouro é muito valiosa pra comprar o anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a ofertar uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem recusava e seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro.
Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado, abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrar de preocupação o seu professor, para, poder receber a sua ajuda e conselhos.
Encontrou o professor e disse:
Mestre, sinto muito mas é impossível o que me pediu, talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas não acho que possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que me diz, meu jovem. Exclamou sorridente.
- Devemos sabe primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor que ele para saber avaliar e informar o valor do anel?
Diga que quer vender este anel e veja quanto ele dá pro ele. Mas não importa o quanto lhe ofereça, não venda. Traga de volta o meu anel. O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou e disse:
- Diga ao seu professor que como ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro.
-Quanto? 58 moedas de ouro! - Exclamou o jovem.
- Sim, explicou o joalheiro. Eu sei que com o temo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...
o jovem correu emocionado à casa do professor para contar o que ocorreu.
Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, falou calmamente.
-Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. Só pode ser avaliada por um especialista. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?
E dizendo isto voltou a colocar o anel no dedo. Todos nos somos como essa jóia: valioso e únicos. Andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem. Só o especialista, JESUS, o grande joalheiro, sabe o seu real valor, por isso nunca aceite que a vida desminta isso.
REPENSE O SEU VALOR!!!
Autor deconhecido
domingo, 10 de maio de 2009
Errar é humano...
A Bíblia (Gênesis) relata a criação do homem à imagem e semelhança de seu Criador.
Num determinado momento, Adão incentivado por Eva, cometem o primeiro erro e a punição vem, imediantamente, de Deus:- Você Adão e Eva e toda a tua descendência, doravante, são humanos.
Fica sub entendido que, Adão e Eva até aquele momento, conheciam e praticavam apenas o certo (bem). É possível admitirmos como o momento de formatação do dito popular “errar é humano”. Desde então, este dito fica aceito como verdade absoluta e passa ditar normas, procedimentos e fundamentar conceitos. O equívoco está na utilização desse conceito nas justificativas dos erros humanos. Verdade seja dita que, à admissão do ditado popular explicita um grave defeito, comum apenas aos seres humanos.
- Você já viu algum gato por a boca no leite quente?
- Alguém já viu água de morro acima?
- Já soube de algum pé de jaca que, naturalmente, produziu maçã?
-As pedras rolam....não pela iniciativa própria.
Há exceções...
Exemplo: presas que adotam e alimentam filhotes de seu predador e vice-versa.
Porém, esta não se trata de violações cometidas por outras espécies. É sim, o fiel cumprimento de uma outra determinação divina: - “Crescei e multiplicai-vos”.
O comum em nosso dia a dia é observamos nos demais entes naturais a obediência de seus desígnios e de maneira permanente e imutável exceto, quando há interferência dos humanos.
Portanto, é concluso admitir que, seres humanos têm o livre arbítrio e este lhes possibilita escolherem entre o naturalmente certo (bem) ou o errado (mal).
O incrível é que o fetio do errado é bem mais difícil, trabalhoso e dispendioso pois é uma violação do naturalmente certo. Uma outra questão é que os erros humanitários, individuais ou coletivos, não ficam encobertos para sempre.
A máxima ficaria melhor assim: - “Errar é um defeito inerente aos seres humanos”.
E a segunda parte é : “perdoar é divino”.
Falando nisso: -Você já perdoou alguém? O que ele lhe fez?
Imediatamente, detalhamos os fatos e afirmamos ter perdoado.
O perdão é divino porque Deus o reservou para Si.
Perdoar implica em esquecer quem e o que este praticou de mal. Tal concessão não nos foi dada.
Porque nós, enquanto seres humanos, jamais esquecemos. No máximo, conseguimos desculpar.
Somente Deus perdoa, pois Ele esquece todo o mal que façamos. Daí a acertiva: “Errar é humano, o perdão é divino”.
CONCLUSÃO:
Errar não é uma virtude. Errar é um defeito dos seres humanos. O natural é fazer o bem. Portanto, antes de cometer qualquer erro humano, saiba que a gente não esquece. Se, de maneira involuntária ou voluntaria, acontecer.... Peça desculpa a(s) pessoa(s) e o perdão a Deus.
Pense nisso...
sábado, 9 de maio de 2009
Conspiração
Quando nos encontramos não tinha que ser
E foi o melhor encontro
Quando nos conhecemos não parecia que ia ser
E foi só encantamento
Quando nos envolvemos lutando pra não ser
Foi só tristeza
Quando desistimos de esquecer
Foi só certeza
Certeza que fomos feitos um para o outro
Certeza que somos nada sem o outro
Certeza que juntos formamos o inteiro
Certeza que sempre seremos um do outro
Fascinação?
Aproximação?
Obsessão?
São duas almas em absoluta conspiração!
Conspiração do mais puro amor...
Autora- Alguém conhecida
Burraldu, u filhu de Francisca
U Certu mesmu é que a criançada adorava ouvi-las.
Um outru dia, u Burraldu ficou apenadu de ver us passarinhos urbanos banhar-se e beber da água emporcalhada de resíduos domésticus que corria meiu-fiu afora até a galeria pluvial. Desleixu de algum ser humanu que não canalizou corretamente u sistema de sobra d'água da casa. Deleixu também dus vizinhus que fazem "cara de paisagem" e suportam aquilu sem nada dizer ou fazer. Siquer eles reclamam aus órgãos públicos que deveriam exigir u saneamentu de tal violação e contaminaçãu dus recursos hídricus naturais.
Burraldu decidiu aliviar a situação daquelas aves. Ele fez em seu quintal um buracu rasu e acimentadu, pra servir de bebedouru daqueles bichinhus. Notandu que us passarinhus ignorava a sua obra e dela não faziam nenhum usu, Burraldu pensou em atraí-los de alguma outra maneira.
Dias depois, e ainda a sua obra desprezada, u Burraldu a dividiu nu meiu. De um ladu colocou água e doutru passou abastecer com quirelas de milhu.
Burraldu "acertou na veia" pois imediatamente us pássaros atacaram as quirelas e beberam d' água.
Observandu a comilança dus bichus, u Burraldu viu que nem tudu estava de acordu. Imaginem u brigueiru que se formou... Amargosas, pardais, rolinhas e outros disputandu entre si u domíniu du cumedouru e bebedouru. Meninu! Que pauleira! Alguns danadinhus abandonavam a quirela e partiam pra cima dus outrus de bicadas e de asadas. Uma bagunça e nenhuma hierarquia ou soluções lógicas, du tipu..., pur espécies, tamanhus, machus, fêmeaa e outras... A disputa pela quirela era ferrenha. De nada adiantava u Burraldu aumentar na quantidade. Mesmu abastecendu à vontade us bichus que tava comendu num deixava u outru chegar nu coxu, nem "pur decretu". Burraldu ficou ali observadu u brigueiru injustificadu dus bichus. Pensava se tem cumida por que esta briga?
domingo, 3 de maio de 2009
Meu Bem-querer

Eu não Te quero, Sim.
O teu mal querer
Fere o meu bem-querer
Só me faz sofrer
Por querer você
Que não quer a mim
Eu não te quero mais...
Quero esquecer de ti
Por alguém que queira a mim
Eu não te quero mais...
Deixo o mal querer pra trás
E o meu bem te querer tem fim
Existir pra mim e pra você
Será um querer sem fim
Meu inesquecível Bem-querer.

